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Polícia apreende mais de 20 animais e investiga possível comércio pelas redes sociais

Operação realizada em Mairiporã encontrou jabutis, tartarugas e peixes; investigação começou após suspeita de venda de animais para compradores de Sorocaba e de outras regiões do país

A Polícia Civil apreendeu mais de 20 animais da fauna brasileira nesta sexta-feira (18), durante uma operação realizada em Mairiporã, na Região Metropolitana de São Paulo. A ação faz parte de uma investigação sobre a possível comercialização de animais por meio das redes sociais.

O trabalho é conduzido pelo Setor Especializado de Proteção Animal (SEPA), da Delegacia Seccional de Sorocaba. Segundo a Polícia Civil, as investigações indicaram que um homem estaria utilizando plataformas digitais para negociar animais com compradores de Sorocaba e também de outras regiões do país.

Após a identificação do suspeito, a Polícia Civil deflagrou a chamada “Operação Exóticos”, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça.

Jabutis e tartarugas são encontrados em residência

As buscas foram realizadas na casa do investigado, localizada no bairro Canjica, em Mairiporã. No imóvel, os policiais localizaram 15 jabutis e cinco tartarugas-tigre-d’água. Também foi encontrado um aquário contendo peixes de espécies exóticas.

De acordo com as informações policiais, os animais não apresentavam sinais de maus-tratos. A apreensão, no entanto, ocorreu porque o responsável não apresentou documentação que comprovasse a origem regular dos exemplares.

O homem foi levado para a unidade policial para os procedimentos de polícia judiciária e, posteriormente, foi liberado.

Investigação continua

A Polícia Civil agora busca esclarecer se o investigado possuía autorização para manter os animais na residência e se, de fato, realizava a comercialização dos exemplares.

Outra frente da apuração é identificar possíveis compradores envolvidos nas negociações, incluindo pessoas de Sorocaba e de outras localidades.

A operação contou com equipes do 1º, 3º e 4º Distritos Policiais de Sorocaba, além de policiais das delegacias de Votorantim e Mairiporã e da Delegacia de Investigações sobre Crimes contra o Meio Ambiente (DICMA) de Franco da Rocha.

O caso permanece sob investigação.

Crédito/Divulgação: Assessoria de Comunicação Polícia Civil – Sorocaba

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