Uma operação da Polícia Civil realizada na noite de ontem, quarta-feira (22), em Itu, resultou na prisão em flagrante de um homem por tráfico de drogas e associação para o tráfico. A ação foi coordenada pelo investigador Bruno e ocorreu em um imóvel localizado na Rua Zumbi, no Jardim Vitória, após trabalho de investigação e diligências de campo.
De acordo com o boletim de ocorrência, os investigadores receberam informações de que um homem conhecido pelo apelido de “Caga Sangue”, apontado como responsável pelo abastecimento do ponto de venda de drogas, teria acabado de entregar uma grande quantidade de crack ao gerente do local, conhecido como “Jourley”.
Durante a aproximação da equipe policial, o suspeito identificado pelas iniciais R.P.J., conhecido como “Jourley”, percebeu a presença dos policiais e fugiu pelos fundos da residência, pulando o muro de um imóvel vizinho. Na fuga, um invólucro contendo crack caiu de seu bolso.
Enquanto realizavam a incursão no imóvel, os policiais flagraram G.V.C. no interior de um dos cômodos fracionando e embalando entorpecentes para comercialização. Segundo a Polícia Civil, ele não ofereceu resistência e foi preso em flagrante.
Na operação foram apreendidos:
- 218,1 gramas de crack (140,4 g distribuídos em 63 porções e 77,7 g divididos em 29 pedras brutas);
- 56,6 gramas de maconha;
- Uma balança de precisão;
- Um telefone celular;
- R$ 80 em dinheiro, em notas trocadas.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, no quarto atribuído a R.P.J. os policiais localizaram documentos que auxiliaram na identificação do suspeito, além de mais pedras de crack que, segundo a investigação, seriam fracionadas para comercialização.
A namorada de G.V.C., que estava no imóvel durante a abordagem, foi conduzida e ouvida na condição de testemunha.
Após passar por avaliação médica na UPA de Itu, G.V.C. foi encaminhado ao Plantão Policial. A autoridade policial ratificou a prisão em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, previstos nos artigos 33 e 35 da Lei nº 11.343/2006.
As investigações continuam para localizar R.P.J., apontado pela Polícia Civil como o responsável pelo gerenciamento do ponto de venda de drogas alvo da operação.
Crédito/Divulgação: Bruno Ceccolini
















